sexta-feira, 22 de julho de 2011

NÃO MAIS PÊLOS


Agora em Londrina:

Fotodepilação é alternativa quase indolor na guerra contra os pêlos

Depilação duradoura é o desejo de toda mulher, em especial com um procedimentopraticamente indolor. Assim é o método da fotodepilação, que por meio da IPL (LuzPulsada Intensa) elimina os pelos através do calor emitido pela luz.


Apesar de ser ainda pouco conhecido no Brasil, o método é frequentemente confundidocom a depilação a laser. “A principal diferença é que o laser emite uma luz decomprimento de onda contínua, monocromática, unidirecional. Assim, a concentraçãode energia é maior no local, o que torna o tratamento mais doloroso. Já a IPL emiteuma luz que contém vários comprimentos de onda, é policromática, não direcionada edispersa. Este conjunto faz com que a concentração de energia seja menor, mas com amesma eficiência e com a diferença que trata vários tipos de pele e pelos. Além da luzser mais dispersa, a aplicação é feita com a tecnologia de refrigeração sub-zero, queameniza ainda mais a dor”, explica a fisioterapeuta dermatofuncional Lia Leardini, darede Não+Pêlo em São Paulo.Outra vantagem em relação às aplicações a laser é a possibilidade de tratar vários tiposde cores de pele e todas as texturas do pelo, do mais grosso ao mais fino. Em relaçãoaos métodos convencionais de depilação, como a cera e a lâmina, a luz pulsada intensaainda clareia a pele manchada e elimina os problemas da foliculite.A fisioterapeuta explica ainda que a fotodepilação pode ser aplicada em todas as áreascorporais e faciais, exceto sobrancelha, região de mucosa, couro cabeludo e regiãotesticular.“É necessário que o pelo tenha o comprimento de 1mm a 3 mm, que é quando estátotalmente visível e fora da pele”, explica a fisioterapeuta. De acordo com ela, énecessário que a pessoa não tenha tomado sol quinze dias antes do tratamento e tambémque não se exponha nos quinze dias seguintes, após a aplicação.Na Não+Pêlo, todos os clientes, antes de iniciar o tratamento, passam por uma avaliaçãocom as técnicas da unidade, que vão dizer se o cliente pode ou não ser submetidoà fotodepilação. “Prezamos pela segurança total do cliente e, por isso, é feita umaavaliação na qual se verifica a intensidade ideal da IPL, que é diferente para cadapessoa. Em alguns casos poderá haver restrição do tratamento devido à utilização decosméticos e medicamentos fotossensíveis”, explica Lia.A rede já soma mais de 200 centros, localizados no Distrito Federal e em 25 estadosbrasileiros. Em todo o mundo, as franquias da “Não+Pêlo” já somam mais de milunidades e estão presentes em dez países e recentemente chegou aos Estados Unidos.

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